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Como textos de outros autores que já chegaram até mim e me ajudaram a enxergar que não era a única pessoa a passar por determinadas situações na vida, imaginei que essas crônicas que viram a luz do dia em momentos nem sempre fáceis – e cumpriram com sua função de serem como como válvula de escape – pudessem chegar a alguém que visse nelas algo que eu também vi ao concebê-las.

Há fagulhas que acendem fogueiras imponentes que permanecem queimando, iluminando a escuridão e aplacando o frio da noite. Há outras que duram menos do que uma chama de fósforo de cozinha. Ambas, ao seu modo, servem a um propósito.
o autor
Fernando Bianchi
Jornalista por formação, escreve desde que se conhece por gente. Sempre achou nas palavras um escape para as estranhezas e recomeços. Em Diário de Lugar Nenhum, apresenta crônicas sobre os (des)encontros da vida, mudanças inesperadas, distâncias, recomeços, e um pouco sobre muita coisa que as pessoas têm mais em comum do que imaginam. Reúne crônicas produzidas em um período de dez anos em diferentes momentos e espaços geográficos.

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